quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Tudo É Sobre A Gente


Por Frank Oliveira e MIchele Mocelin


É tudo sobre a gente. Se a gente se ofende e devolve na mesma moeda ainda assim é sobre a gente; se a gente é vítima e lamenta por uma vida toda, ainda é sobre a gente; se a gente sente raiva, odeia, continua ainda sendo sobre a gente. É tudo sobre a gente.

Tudo se passa em nós. Todos esses sentimentos mal resolvidos que deixam as nossas noites mal dormidas e o nossos ombros com um peso inexplicável; todas essas culpas que enrugam nossa pele com facilidade e muda o nosso olhar e começarmos a não ver graça em mais nada. Tudo se passa em nós.

Tá vendo como é tudo sobre a gente?

É muito difícil resolver uma dívida que alguém tem com a gente, se livrar de uma mágoa, se recuperar de um trauma, porém é necessário saber que tem uma vida que corre, e ela é sua, e vale muito mais do que qualquer coisa que te aconteceu. Trabalha o perdão, ignora, manda a casa do....., mas não vive com isso não, você é muito mais que isso,
porque tudo é sobre a gente!

É tudo sobre a gente. Tudo se passa em nós.

Sempre foi e sempre será sobre a gente; dai a importância de aqui e agora, não guardar todas essas mágoas. Avança!

Tudo se passa em nós e tem tanta vida te esperando além desse porto das coisas não resolvidas do jeito que você queria. Tira o barco dai! Navega!!!

Navega para além do mar de achar que tudo é culpa dos outros. Não é! Tudo é sobre a gente, sempre foi, sempre será, sempre é. Tudo se passa em nós, portanto, desata esses nós e vá viver a sua vida: viva!!!

Ficar preso no Porto da Mágoa é ser apenas uma âncora quando podemos ser mais que o barco, podemos ser o mar. Siga essa instrução - Se ama e se lembra: tudo é sobre a gente e tudo se passa em nós.




sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Transição e Transformação


Aprendemos fazendo ... We learn better when we do it. Para transitar entre o eterno estudante de idiomas e o falante de línguas, basta fazer, basta falar. Parece fácil - E é! 
Comece a se arriscar. 

Primeiro com uma palavra 
Depois com uma frase 
Quem sabe uma idéia

Use seu professor como cobaia 
Use a internet como laboratório 

Mas se arrisque a usar o que sabe 
E você saberá fazer o que já conhece 
Ao invés de deixar de fazer apenas porque você acha que desconhece.  


Professor Frank Oliveira

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Tuning: listen, hearing and respecting

Tuning é aprender a escutar - listening- e escutar requer certo esforço, uma vez que ouvimos o tempo todo. Ouvir - hearing- é só perceber sons sem a devida compreensão; numa conversa é não prestar atenção, é querer o tempo todo ocupar o ouvido do outro com a nossa fala, pois não desenvolvemos a noção que uma conversa se faz ao exercitamos os silêncios para podermos enfim falarmos.

Tuning é aprender isso, esse isso de ter paciência para escutar o outro e dai, yes, podermos pedir que tenham paciência com a gente também e que nos escutem - listening. Afinal, para ser compreendido pelo outro, precisamos descobrir se sabemos also compreender o outro e essa compreensão começa com um efetivo listening - do you know how to do it? Do you know what I mean?

Tuning é estudar, as a learner, que todos nos absorvemos as coisas do mundo no nosso ritmo. Há pessoas que absorvem as coisas do mundo mais rapidamente, há outros que levam mais tempo. Percebemos quem respeita esse ritmo alheio quando estamos em grupo.

Em grupo, geralmente, mostramos se estamos preparados para ser compreendidos pela demonstração que damos da nossa tolerância com os erros alheios. Quando aprendemos uma língua estrangeira, por exemplo, pode ser que haja algumas palavras ou tópicos que compreendemos mais rápido que os nossos colegas e por eles não compreenderem tão rápido quanto a gente, pode ser, que em um momento ou outro, tenhamos uma atitude com os nossos colegas de aprendizado que lembra a atitude que alguns estrangeiros assumem quando tentam conversar com a gente e obviamente não demonstram nenhuma vontade de tentar nos entender. Are you like that?  Do you really  have patience with your classmates?

Os estrangeiros, em sua minoria ( Thanks God!) que falam conosco possuem essa atitude de não ter paciência com os nossos erros em inglês e com o ritmo da nossa fala porque eles ( esses) são ignorantes das dificuldades e desafios que é estudar e dominar uma língua estrangeira ( THEIR problem!) ; os alunos que não possuem paciência com os seus colegas numa sala de aula e criticam seus peers por não serem tão rápidos quanto eles são, estão apenas reproduzindo o comportamento dos estrangeiros.

Contudo, os alunos que reproduzem em sala de aula o comportamento intolerante dos estrangeiros possuem um papel importante para seus peers que enfrentam essa dificuldade (mas eventuallly chegarão lá). Como não é possível convidar um desses estrangeiros para reproduzirem seus comportamentos egoístas em classe ( turistas idiotas ou executivos sem noção que precisam se comunicar para conseguirem o que desejam), os alunos sabichões e intolerantes desempenham esse papel do gringo intolerante melhor do que os próprios estrangeiros; sendo assim, precisamos ter em cada grupo, alguém que possa play this role e criar um certo atrito para mostrar para o resto do grupo que para se comunicar numa língua estrangeira, todos os alunos devem aprender a lidar tanto com quem os respeita quanto com quem não terá a menor paciência com os seus erros.

Se eles aprenderem essa lição bem, teremos criado em sala de aula um cidadão global que respeitará qualquer falante de língua inglesa de qualquer parte do mundo, mesmo se esse falante cometer erros ou tenha gaps em sua estrutura de fala - tuning - e tudo o que esse cidadão global precisou fazer foi listening.

Professor Frank Oliveira
 
 


sábado, 16 de julho de 2016

                          Ciranda do Inglês - Céu Heliópolis 


O ProjetoCiranda do Inglês” foi desenvolvido pela A Frank Experience (FE) como uma maneira de oferecer aos participantes uma chance de vivenciar situações inéditas, lúdicas e desafiadoras de aprendizado de um segundo idioma em união com a cultura brasileira, tendo como fio condutor o enfoque em comunicação através da língua inglesa. Sendo a FE um Centro de Aprendizagem, sua estratégia incorpora não apenas metodologias tradicionais de ensino, como vai além, desenvolvendo um método próprio, que se concretiza através da música e das artes, visando explorar não apenas os vários canais de aprendizado do ser humano (visual, auditivo, sinestésico, corporal, etc) como também suas múltiplas inteligências.

Partindo da premissa de que cada pessoa tem sua própria forma de aprendizado, busca-se desenvolver em cada indivíduo certa consciência da forma pela qual ele aprende e/ou gosta de aprender, introduzindo elementos que fazem parte da sua realidade sócio-histórica-cultural e ampliando gradativamente para abarcar outras realidades de outros países. Dessa maneira, o participante descobrirá a si próprio, seu país, e o mundo. São realidades que se interpenetram e se influenciam reciprocamente, ainda mais com o advento da globalização e do boom das tecnologias. Hoje, mais do que nunca é atual a frase dita há mais de dois mil anos por Sócrates: “Sou cidadão do mundo”.
Pensando nisso, a Frank Experience passou a unir forças e conhecimento com a jornalista Daniele Garcia, no projeto social Avós da Gente ( http://avosdagente.com.br/Home,  onde os alunos da Ciranda do Inglês, passaram a trocar correspondência com um asilo de idosos nos Estados Unidos. E o resultado desse projeto está tanto nas cartas enviadas pelos alunos da Ciranda quanto na resposta efetiva dos idosos americanos. 





Reportagem da TV Record sobre o projeto:

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Tuning: listen, hearing and respecting


Tuning é aprender a escutar - listening- e escutar requer certo esforço, uma vez que ouvimos o tempo todo. Ouvir - hearing- é só perceber sons sem a devida compreensão; numa conversa é não prestar atenção, é querer o tempo todo ocupar ouvido do outro com a nossa fala, pois não desenvolvemos a noção que uma conversa se faz ao exercitamos os silêncios para podermos enfim falarmos. 

Tuning é aprender isso, esse isso de ter paciência para escutar o outro e dai, yes, podermos pedir que tenham paciência com a gente também e que nos escutem - listening. Afinal, para ser compreendido pelo outro, precisamos descobrir se sabemos also compreender o outro e essa compreensão começa com um efetivo listening - do you know how to do it? Do you know what I mean?

Tuning é estudar, as a learner, que todos nos absorvemos as coisas do mundo no nosso ritmo. Há pessoas que absorvem as coisas do mundo mais rapidamente, há outros que levam mais tempo. Percebemos quem respeita esse ritmo alheio quando estamos em grupo.

Em grupo, geralmente, mostramos se estamos preparados para ser compreendidos pela demonstração que damos da nossa tolerância com os erros alheios. Quando aprendemos uma língua estrangeira, por exemplo, pode ser que haja algumas palavras ou tópicos que compreendemos mais rápido que os nossos colegas e por eles não compreenderem tão rápido quanto a gente, pode ser, que em um momento ou outro, tenhamos uma atitude com os nossos colegas de aprendizado que lembra a atitude que alguns estrangeiros assumem quando tentam conversar com a gente e obviamente não demonstram nenhuma vontade de tentar nos entender. Are you like that?  Do you really  have patience with your classmates?

Os estrangeiros, em sua minoria ( Thanks God!) que falam conosco possuem essa atitude de não ter paciência com os nossos erros em inglês e com o ritmo da nossa fala porque eles ( esses) são ignorantes das dificuldades e desafios que é estudar e dominar uma língua estrangeira ( THEIR problem!) ; os alunos que não possuem paciência com os seus colegas numa sala de aula e criticam seus peers por não serem tão rápidos quanto eles são, estão apenas reproduzindo o comportamento dos estrangeiros.

Contudo, os alunos que reproduzem em sala de aula o comportamento intolerante dos estrangeiros possuem um papel importante para seus peers que enfrentam essa dificuldade (mas eventuallly chegarão lá). Como não é possível convidar um desses estrangeiros para reproduzirem seus comportamentos egoístas em classe ( turistas idiotas ou executivos sem noção que precisam se comunicar para conseguirem o que desejam), os alunos sabichões e intolerantes desempenham esse papel do gringo intolerante melhor do que os próprios estrangeiros; sendo assim, precisamos ter em cada grupo, alguém que possa play this role e criar um certo atrito para mostrar para o resto do grupo que para se comunicar numa língua estrangeira, todos os alunos devem aprender a lidar tanto com quem os respeita quanto com quem não terá a menor paciência com os seus erros.

Se eles aprenderem essa lição bem, teremos criado em sala de aula um cidadão global que respeitará qualquer falante de língua inglesa de qualquer parte do mundo, mesmo se esse falante cometer erros ou tenha gaps em sua estrutura de fala - tuning - e tudo o que esse cidadão global precisou fazer foi listening.

Professor Frank Oliveira

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Você quer ser meu Valentino?

Ein, Valentino? Teacher, o que é isso? É Dia dos Namorados, dear learners, The Valentine's Day.


“ Damm it! Dia dos namorados de novo!” dirão os solteiros. “Eu queria que todos os dias fossem dias dos namorados” dirão os apaixonados; “ dia dos namorados??? Quando? WHEN??” perguntarão os esquecidos ( namorados, noivos e maridos que não só queriam, como acreditam que todos os dias são para namorar e nenhum deles deveria envolver presente - as mulheres, noivas e namoradas não esquecem, nem da data, nem dos presentes que deveriam ser recebidos); mas além dos presentes, GIFTS, do carinho trocado, do esquecimento e da solidão que aperta ainda mais no peito dos solitários nessa data, o Dia dos Namorados é acima de tudo, um dia para celebrar a amizade. Friendship? Really?

Sim, isso mesmo, aqui no Brasil, essa idéia não é tão difundida ( aliás o Brasil é um dos únicos lugares do mundo onde comemoramos essa data no dia 12 de Junho e não em 14 de Fevereiro), mas é muito comum em outros cantos desse planetinha, amigos trocarem cartões e presentes nesse dia. Assim, de certa forma, ninguém acaba se sentindo sozinho - alone, on their own, by themselves - e uma data como essa se torna uma grande oportunidade para rever quem gostamos e recebermos carinho das pessoas que se importam com a gente( mesmo quando não estamos saindo com ninguém).

O fato é que é sempre bom lembrar a importância de nossos amigos, afinal, amizade também é um relacionamento muito importante na nossa vida e nossos amigos ocupam um ROLE às vezes, até mais importante do que aquele paquera ou a namoradinha ou namoradinho que vive nos dando mais motivos pra cry que rir.

“Mas o Dia da Amizade, já existe” dirão aqueles já cansados de tanta data comemorativa, “o dia dos namorados deve ser só para os namorados”. Tudo bem, mas se olharmos bem o significado da palavra “namorar” temos: "sentir amor por alguém, e inspirar esse amor para alguém". E não é assim, que certos amigos nos fazem sentir? Será que não existe amor entre amigos? Será que uma amizade não tem o poder de te inspirar?


Por isso, nesse dia I wish a todos os meus amigos: um Feliz Dia dos Namorados e dos Amigos

PS: e o Valentino, teacher?

Quem saber further porque em inglês , chamamos esse dia " The Valentine's Day" ?
Acesse: Click aqui

sexta-feira, 3 de junho de 2016

A Garota que Engolia Palavras


Ela já falava inglês bem, só não conseguia controlar sua fome de letras. Paula vivia engolindo palavras.

A cada frase, ela engolia algo.

1. I enjoying this class, teacher! (engoliu o to be)

2. We didn't the homework, teacher! ( engoliu o to do)

3. I will the article, teacher! ( engoliu o to read)

Ela sabia a estrutura correta, só não conseguia controlar a sua ansiedade e tentava falar tão rápido quando ela falava em português. Sendo assim, eu estou ensinando a Garota que Come Palavras a usar alguns truques para conter a sua fome:

1. Usar a intonação

2. Usar a respiração

3. Usar as pausas

4. Por fim, treinar, treinar e treinar

- Você não vai conseguir, pelo menos agora, reproduzir a velocidade da sua fala nativa em inglês - eu disse - Para começar o " recast", você precisa falar devagar e com atenção, dear.

- Eu sei, teacher. Mas eu ainda não consigo evitar. Quando eu vejo, já engoli as palavras.

- Se você consegue articular bem em português, com certeza, vai aprender também em inglês. O segredo é o prestar atenção.

Quando falamos com alguém, estamos mais preocupados em causar uma boa impressão do que passar bem a mensagem que estamos tentando entregar. Mas aulas dos alunos como a Paula, sempre passo mais tempo tentando convencê-los a " slow down" do que ensinando qualquer coisa nova.

Contudo, esses alunos são aqueles que mais conseguem ensinar seus professores. Foram alunos assim que me fizeram rever a antiga e tradicional prática de corrigir os alunos no ato do erro e foi somente depois de perceber o quanto isso poderia ser ainda mais prejudicial, que eu passei a orientá-los a praticar seu auto-recasting.

- I AM enjoying this class, teacher - disse Paula - I didn't...( som de respiração)...do...my homework, but I will...( pausa) read ( pausa) the articles. E aí consegui?

- Well done! - eu disse e ela começou a pular de alegria, dizendo:

- I got! I got! - disse Paula, por fim, celebrando a sua vitória e esquecendo de colocar o " it " no fim dos seus " GOTs".

Yes...treinar, treinar e treinar.