
“Publiquei “Como não aprender inglês” em 1999, aquele com as torres gêmeas do WTC e o Cristo Redentor na capa. Em 2001, saiu o Volume Dois do mesmo título, com o avião subindo por cima das mesmas torres, Big Ben, minha foto, etc. Estes dois livros foram publicações independentes.
Aí veio 11 de setembro. Além dos estragos e destruição provocados por Osama bin Laden e seus comparsas, ele também cometeu a proeza de acabar com as duas capas.
Em 2002 a Editora Campus/Elsevier adquiriu os direitos dos dois livros e publicou a “Como não aprender inglês – Edição Definitiva”, com o melhor dos dois volumes anteriores. Assim, os primeiros dois volumes saíram de catálogo, mas juntos já venderam mais de 150 mil cópias até agora. Em 2003, a Disal Editora lançou “Tirando dúvidas de inglês” e a Campus, “Como melhorar ainda mais seu inglês”.

“Aprendi mais com seu livro do que aprendi em trinta aulas”
Como se vê, um ótimo custo/benefício. (E ele estava se referindo apenas a um dos livros). E se não encontrá-los nas livrarias sugiro que faça um escândalo (Make a scene)!”
O Michael continua escrevendo artigos (Cf. “Barbecue in Abundance“) e livros recheados de dicas, sugestões e seções especiais chamadas Atitudes, que ajudam o aluno a assumir uma postura positiva perante os desafios de aprender uma nova língua. Em tudo que escreve sempre há exemplos bem humorados e fáceis de ler (sua marca registrada) e que mostram exatamente onde e, ainda mais importante, por que os brasileiros cometem os erros com a língua inglesa. Ele tem quatro filhos brasileiros e mora em São Paulo.
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